O Integralismo teve atuação vibrante na Província de Goiaz, e o convite para a inauguração de sua escola nessa província é um documento importante para percebermos que a atuação visando a formação do Homem Integral estava para além dos programas políticos, mas era algo concreto.
quinta-feira, 27 de julho de 2017
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Acção Integralista
No Cine Progresso realizou-se a
19 do corrente uma reunião promovida pelos elementos integralistas deste
Estado, para o qual recebemos atencioso convite dos Srs. Acadêmicos Virgilio
Fleury e Tte. Confucio de Bastos.
A reunião foi presidida pelo
chefe integralista neste Estado, Dr. Benjamin Vieira.
Falou em primeiro lugar o sr.
Virgilio Fleury, que discorreu sobre o movimento integralista no Brasil,
exaltando os benefícios que do Integralismo, segundo a sua opinião, poderão
advir para o paiz.
(...)
O orador foi vivamente aparteado
por alguns moços sympathisantes do comunismo, doutrina por ele combatida,
havendo demonstrado segurança nos seus conceitos, calma e intelligiencia,
provocando por vezes enthusiasticos aplausos.
Falou em seguida o acadêmico E.
Fleury Pereira, cuja oração foi também cruzada de apartes recebendo palmas ao
terminar.
Encerrou a serie de discursos o
Dr. Benjamin Vieira que, forçado por diversos apartes, teve ocasião de
reffirmar seus méritos de orador e de gentleman,
havendo, por vezes, arrebatado o auditório com a sua conhecida eloquência.
Além dos oradores, tomaram
assento à mesa o Dr. Zoroastro Artiaga e os acadêmicos Wilson Coutinho e José
Fleury.
“Voz do Povo. Anno VIII, Goyaz,
domingo, 25/02/1934, nº 318”.
Nucleo Integralista
De todos os Estados do Brasil
quer nos parecer que somente Goyaz não possuía, ainda, um centro Integralista. Os
Academicos Virgilio Caudie Fleury e Wilson Coutinho, grandes animadores da
doutrina nos meios universitários do Rio de Janeiro, deliberaram fundar nesta
Capital um núcleo do mais expressivo sucesso. Assim, no dia 11 do corrente,
perante uma assistência numerosa e selecta, num dos salões da residência do Sr.
Henrique Vieira, uma das figuras expoenciaes do nosso commercio, realizou-se,
com toda a solenidade, a sessão inaugural tendo assegnado a ficha cerca de
sessenta pessoas.
Virgilio Gaudie Fleury pronunciou
uma erudita conferencia subordinada ao titulo: “Liberalismo, Comunismo e Integralismo”
que deixou no espirito dos presentes a mais agradável impressão. O ilustre
orador, que é mesmo de uma invulgar eloquência, conseguiu arrancar da
assitencia francos e enthusiasticos aplausos. Usou da palavra, em seguida, o acadêmico
Wilson Coutinho, que pronuncio uma locução vibrante, num apelo à mocidade de
Goyaz para que não se conserve aindifferente às grandes agitações do civilismo
nacional. Seguiu-se, com egual felicidade de expressões, o acadêmico Jurandir
Costa Campos, tendo ambos recebido fartos aplausos.
Com um sucesso, assim, invulgar,
estreiou-se entre nós o Integralismo.
“A Colligação, Anno I, nº 24,
Goyaz, 16 de fevereiro de 1935”
sábado, 18 de abril de 2015
Concentração Integralista
Com a presença do Chefe Provincial de Goyaz e representantes de varios municipios do Estado, realisou-se, em dias da semana finda, uma concentração Integralista nesta cidade, afim de tratar de diversos assunptos que se prendem a propaganda da doutrina de Plínio Salgado, que vem marchando a passo agigantados, em todo o paiz. As reuniões, em numero de quatro, se realizaram em casa do Dr. Benjamim Franklim de Araujo, chefe municipal, e foram concorridissimas, para esse fim estiveram nesta cidade os Snrs. João da Silva Pimenta, Chefe Povincial, Residente em Goyaz, e os Chefes Municipais: José Adolpho Alvarenga, de Patrocinio, Antonio Boaventura Sobrinho, de Uberlandia, Boanerges Pireneus de Oliveira, de Pyrenopolis, Joaquim Rosa, de Ipamery, e José Hercilio Fleury, Representante do Chefe Nacional.
(Anapolis – diretor – Dr. Nicanor de F. e Silva. Ano II, Anapolis, Goyaz, 14 de março de 1937, nº 69.) - transcrito por Cleiton Oliveira em 12/02/2009 - oliveira192@yahooo.com.br)
GOYANOS!
Amargurados pela mesma dôr que vos opprime – dôr immensa que provem do intimo da alma brazileira – nós, integralistas goyanos, vos dirigimos este appello caloroso:
Nos tempos que atravessamos, cheios de sombrias appreensões para o Mundo e para o Brazil, é dever nosso desvendar aos vossos olhos a nuven rubra que ameaça afogar em sangue os lares brazileiros. Na verdade a situação brazileira, dada o descontrole administrativo, a anarchia das luctas partidárias, o indifferentismo dos governos, é, sem exaggero, de dôr e humilhação; – finanças desorganizadas, dividas fabulosas, libra a 90$000, cambio em bancarrota, a carne, o café, emfim todos productos brazileiros desvalorizados; impostos absurdos esmagando mais e mais o povo exgotado. Em conseqüência – commerciantes, lavradores, criadores, operários – premidos todos em crise eterna – vivem amargas desillusões políticas. E neste ambiente de insatisfacção atroz duas correntes adversárias procuram, por processos differentes, solucionar a situaão gerada pela incapacidade do moribundo regimen LIBERAL DEMOCRATICO: – o COMUMUNISMO e o INTEGRALISMO.
O Communismo ahi está hypocritamente embuçado na Alliança Nacional Libertadora, que tem como chefe o Sr. Luiz Carlos Prestes, notariamente bolchevista. Vós já o conheceis quando, ao tempo dos “revoltosos”, ao lado de Siqueira Campos, Cabanas e Miguel Costa, perturbavam os sertões brazileiros, arrebanhando os cavallos dos pobres sertanejos.
Que quer a Alliança Nacional Libertadora? Quer, como communista que é, apagar nas almas a idéa de Deus, destruir todas as religiões e todas a Igrejas. Substituir a família christã pelo concubinato. Apoderar-se da propriedade privada, tanto as grandes como as pequeninas. Fazer de todos escravos do Estado, que passará a ser “patrão e senhor” absoluto das riquezas nacionaes, dominando a ferro e fogo a consciência dos brazileiros.
Que deseja o Integralismo? A defesa dos direitos de Deus contra a materialismo que avassala os povos. O amparo da família, condicionando-lhe os necessários meios materiaes e Moraes. A grandeza de uma Pátria, livre dos cabrestos do judaísmo-maçonico-internacional. Representanção de todos os BRAZILEIROS QUE TRABALHEM. Representação pratica e effieciente, atravéz das profissões e não da cabala dos partidos.
GOYANOS – O Integralismo sente a dôr do homem da cidade e do campo. O abandono cruel em que vive e trabalha o lavrador. E por isso levará aos sertões Escola e Justiça. Estimulará a multiplicação da pequena propriedade, livrando-a para sempre das explorações do fôro e do fisco. O Integralismo quer uma Pátria organizada com a cooperação de todas as classes sociaes irmanadas pelo mesmo objetivo do Bem Commum, com o pensamento na suprema e eterna VERDADE: – DEUS.
Si a Revolução Espiritualista do Sigma não triumphar, assistiremos à Victoria do Communismo. E o Brazil se tornará um Novo México. E o povo, trucidado por perseguições sanguinárias, verá cobrir-se de lama e lucto a dignidade e a existência da família brazileira.
Meditae sobre isto, goyanos, que tendes esposas, filhos e filhas. Pensae nisto, mães goyanas, que aspiraes filhos tementes a Deus, homens de bem, respeitadores da honra.
– GOYANOS – A bandonae as facções e os políticos partidários que dividem a Nação, enfraquecem o povo e nada mais poderão fazer por vós.
A GRANDE REVOLUÇÃO approxima-se. A hora é decisiva, e o vosso lugar é na COLUMNA INTEGRALISTA. Vinde, pois, formar com os quinhentos mil camisas verdes em marcha para a grandeza da Pátria.
PELO BEM DO BRAZIL – ANAUÊ!
Coronel Frederico Sócrates
Virgilio Gaudie Fleury
Wilson de Sant’Anna Coutinho
José Hercílio Curado Fleury
Sebastião Augusto Curado
Cynval de Carvalho
José Fleury
Antonio Gedda
Colombino da Cunha Bastos
Austulio Ramos Caiado
Jorge de Sant’Anna Coutinho
Octavio Monteiro Artiaga
Nickerson Jacomo
Eduardo Jacobson
Sebastião Dante de Camargo Junior
Rio de Janeiro, Junho de 1935.
O Communismo ahi está hypocritamente embuçado na Alliança Nacional Libertadora, que tem como chefe o Sr. Luiz Carlos Prestes, notariamente bolchevista. Vós já o conheceis quando, ao tempo dos “revoltosos”, ao lado de Siqueira Campos, Cabanas e Miguel Costa, perturbavam os sertões brazileiros, arrebanhando os cavallos dos pobres sertanejos.
Que quer a Alliança Nacional Libertadora? Quer, como communista que é, apagar nas almas a idéa de Deus, destruir todas as religiões e todas a Igrejas. Substituir a família christã pelo concubinato. Apoderar-se da propriedade privada, tanto as grandes como as pequeninas. Fazer de todos escravos do Estado, que passará a ser “patrão e senhor” absoluto das riquezas nacionaes, dominando a ferro e fogo a consciência dos brazileiros.
Que deseja o Integralismo? A defesa dos direitos de Deus contra a materialismo que avassala os povos. O amparo da família, condicionando-lhe os necessários meios materiaes e Moraes. A grandeza de uma Pátria, livre dos cabrestos do judaísmo-maçonico-internacional. Representanção de todos os BRAZILEIROS QUE TRABALHEM. Representação pratica e effieciente, atravéz das profissões e não da cabala dos partidos.
GOYANOS – O Integralismo sente a dôr do homem da cidade e do campo. O abandono cruel em que vive e trabalha o lavrador. E por isso levará aos sertões Escola e Justiça. Estimulará a multiplicação da pequena propriedade, livrando-a para sempre das explorações do fôro e do fisco. O Integralismo quer uma Pátria organizada com a cooperação de todas as classes sociaes irmanadas pelo mesmo objetivo do Bem Commum, com o pensamento na suprema e eterna VERDADE: – DEUS.
Si a Revolução Espiritualista do Sigma não triumphar, assistiremos à Victoria do Communismo. E o Brazil se tornará um Novo México. E o povo, trucidado por perseguições sanguinárias, verá cobrir-se de lama e lucto a dignidade e a existência da família brazileira.
Meditae sobre isto, goyanos, que tendes esposas, filhos e filhas. Pensae nisto, mães goyanas, que aspiraes filhos tementes a Deus, homens de bem, respeitadores da honra.
– GOYANOS – A bandonae as facções e os políticos partidários que dividem a Nação, enfraquecem o povo e nada mais poderão fazer por vós.
A GRANDE REVOLUÇÃO approxima-se. A hora é decisiva, e o vosso lugar é na COLUMNA INTEGRALISTA. Vinde, pois, formar com os quinhentos mil camisas verdes em marcha para a grandeza da Pátria.
PELO BEM DO BRAZIL – ANAUÊ!
Coronel Frederico Sócrates
Virgilio Gaudie Fleury
Wilson de Sant’Anna Coutinho
José Hercílio Curado Fleury
Sebastião Augusto Curado
Cynval de Carvalho
José Fleury
Antonio Gedda
Colombino da Cunha Bastos
Austulio Ramos Caiado
Jorge de Sant’Anna Coutinho
Octavio Monteiro Artiaga
Nickerson Jacomo
Eduardo Jacobson
Sebastião Dante de Camargo Junior
Rio de Janeiro, Junho de 1935.
(Transcrito por Cleiton Oliveira em 12/02/2009 -oliveira192@yahooo.com.br)
Dom Hélder Câmara em Perspectiva

Cleiton Oliveira[1]
Estão
sendo divulgados dois textos de puro embate a pessoa de Dom Helder Câmara, que
em alguns pontos, beira à desonestidade intelectual e à falta de rigor de
análise histórica.
A
questão não é defender Dom Helder integralmente. Vejo que se ele não foi um
dissimulado na defesa que fez da esquerda, foi no mínimo, um “inocente útil”
deste credo – mas prefiro pensar que sua preocupação social, seu cristianismo o
levou a isso (na década de 1930 pronunciou uma série de palestras em vários
locais, mas, sobretudo, na Academia Brasileira de Letras sobre a temática do
comunismo – “comunismo e a família”, “comunismo e a mulher” etc., como nos
atesta o jornal integralista A Offensiva
da década de 1930).
Penso
que a intenção do texto, em especial o da Editora Permanência, é de afronta a
D. Helder Câmara, que no calor dos embates daquele momento trata-o de fascista,
comunista, desonesto e oportunista. Mas apresenta um perfil um pouco mais
brando, quando trata de sua participação no Centro Dom Vital, senão vejamos: “Cerca de 12 anos Helder Câmara foi assistente
eclesiástico do nosso Centro Dom Vital, a associação de escritores católicos
presidida por Alceu Amoroso Lima, da qual saíram Gustavo Corção e a maioria dos
sócios em 1963. Quando Alceu Amoroso Lima, juntamente com Helder Câmara, já
mostrava inequívocos sinais de progressismo e esquerdismo.”
Então, ele foi nazifascista no integralismo, comunista
enquanto bispo e enquanto membro do glorioso Centro Dom Vital ele apresentava
apenas “sinais de progressismo e esquerdismo”?!
Outro ponto interessante é a questão da nota promissória do
Banco da Guanabara e para onde foi o dinheiro: “esse dinheiro foi usado por D.
Helder Câmara para suas promoções demagógicas irresponsáveis como, por exemplo,
construir prédios de apartamentos para favelados, no meio de áreas residenciais
mais abastadas, como a Praia do Pinto.” Não justificando o uso indevido do
dinheiro, (se é que houve), mas a postura elitista, em que a questão não é o
uso do dinheiro em si, mas a construção de moradia para favelados em “áreas
residenciais mais abastadas”. Que cristianismo é esse da Permanência pretende
atribuir lugar de pobre e de gente “abastada”?
O texto da Permanência é um pouco mais brando/honesto do que
o do IPCO. Tenho bons amigos ligados ao IPCO (fundadores) e mesmo aos Arautos,
mas vejo-os em demasia elitistas e muitas vezes liberais ao estremo em
política. Esquecendo-se que o materialismo de “esquerda” e de “direita” foram
condenados igualmente pela Santa Igreja.
E, neste ponto, não poderia deixar de apresentar aqui, a
análise justa e inteligente do Padre João Batista de A. Prado Ferraz Costa, que
em artigo – “Dom Hélder Câmara e Plínio Salgado”[4]
– nos deixa este primor: ‘Na verdade, há muito católico conservador que não tem
nenhum apreço pela doutrina social da Igreja (e aqui só me refiro aos
documentos de Leão XIII a Pio XI) e só a cita no que diz respeito à condenação
do comunismo. Mas quanto às diretrizes dos pontífices sobre uma organização
socioeconômica corporativa passam por alto, porque defendem o capitalismo
liberal baseado na partidocracia dita democrática. São esses católicos
‘conservadores’, que tanto enaltecem os EUA, que acusam movimentos políticos
como a Ação Integralista de ser nazista’.
Nas entrelinhas do texto da Permanência me parece ser negado
a D. Helder dar uma esperança ao povo humilde dentro do cristianismo. Destaca
que “é verdade que não lhe é permitido mistificar um povo humilde, simples e
ainda dotado, em grande parte, de uma religiosidade católica”. O povo católico
pode viver à míngua, enquanto, uma elite maçônica suga tudo deste povo
(qualquer reivindicação social soa como comunismo).
Mas o drástico aqui, e principalmente no texto do IPCO, é o
anti-integralismo – Integralismo esse que eles parecem desconhecer de todo ou
assume e reproduz apenas a análise esquerdista de embate a este grande
movimento político brasileiro – o texto do Padre João faz uma justiça à pessoa
de Plínio Salgado, mas tem falhas na abordagem das ideias de Miguel Reale e
Gustavo Barroso.
Outra questão é o caso do não acolhimento de Dom Helder, e
penso de todo o ideal católico, pelo governo Castelo Branco. Se formos à
história vamos ver que o comandante Mourão Filho, velho integralista, que deu
pontapé inicial do levante civil/militar, e tão logo teve o acolhimento popular
e a não resistência. Foi posto para o escanteio e substituto pelas rapinas
ligadas aos interesses norte-americanos de enfrentamento ao comunismo que
perpassou para a tutela econômica. A indústria brasileira (estou falando de
tecnologia nacional) teve um grande retrocesso no governo militar, que
priorizou as corporações multinacionais (eu acolhendo a análise da esquerda
aqui, pois estão corretos nesta abordagem).
Penso
que já estou me estendendo em demasia e não me cabe aqui, no momento,
apresentar e debater todos os fatos que são muitos.
Mas
no que pese a análise rasteira do integralismo, penso que deveriam ter no
mínimo o bom senso de consultar as fontes integralistas.
O
Padre João Batista me parece que consultou apenas ao livro de Plínio Salgado “A
Vida de Jesus”, que é realmente um primor, e se não estou equivocado, reproduz
a tese de Francisco Martins de Souza[5].
O
texto da Permanência penso que esteja dentro de um contexto de refrega e se não
estou equivocado, Dom Hélder estava vivo e poderia se defender.
Agora
o texto do IPCO é fruto, além deste posicionamento de combate, de uma
desonestidade intelectual. Poderiam, no mínimo, consultar os escritos de Dom
Helder da década de 1930 e os escritos de Plínio Salgado[6] –
e como os de Salgado são muitos deixo minha indicação: “Palavra Nova dos Tempos
Novos” de 1936, “Despertemos a Nação” de 1935, “A Quarta Humanidade” 1934,
“Psicologia da Revolução” de 1933 e “O Que é o Integralismo” de 1933, apenas
indicando parte de sua produção dos anos 30, a produção posterior apenas
aprofunda e amadurece o contido nestas obras.
Neste
ponto, o Padre João Batista se equivoca em atribuir a Salgado um amadurecimento
espiritual apenas em seu exílio em Portugal, se esquecendo que sua “Vida de
Jesus”, publicada em 1942, já havia sido iniciada no Brasil, inclusive tendo
seus originais confiscados pela polícia, quando da prisão de Plínio pelo Estado
Novo.
Agora
se D. Helder defendeu Che Guevara e todo o movimento de guerrilha, sabemos
hoje, que ele estava completamente equivocado merecendo nossa ressalva neste
ponto.
Pelo Bem do Brasil!
Cidade de Goiás,
18 de abril de 2015.
[1] Professor da rede estadual de ensino de Goiás.
[5] SOUZA, Francisco Martins de. Raízes Teóricas do Corporativismo Brasileiro. Rio de Janeiro, Ed.
Tempo Brasileiro, 1999.
[6] Neste ponto é interessante o artigo de Plínio Salgado
“Equívocos de Dom Helder”, disponível no blog populista (grande trabalho de
Resgate do companheiro Guilherme Jorge Figueira): http://historia-do-prp.blogspot.com.br/2015/04/plinio-salgado-critica-publicamente-d.html, acesso 15/04/2015.
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